Consegue distinguir vídeos manipulados, os chamados “deepfakes”?

A questão é colocada no projecto “In Event of Moon Disaster“, concebido pelo Center for Advanced Virtuality do MIT.

“É mais difícil do que a maioria das pessoas imagina”, respondem os investigadores, porque “à medida que a tecnologia para produzir ‘deepfakes’ realistas se torna mais facilmente disponível, distinguir facto de ficção será mais desafiante”.

Os “deepfakes” podem ser de áudio ou de vídeo e de ambos os suporte, como ocorre neste site. Eles mostra o presidente dos EUA, Richard Nixon, a “proferir o verdadeiro discurso de contingência escrito em 1969 para um cenário em que a equipa da Apollo 11 não conseguiria regressar da Lua”.

O “discurso de contingência para esta possibilidade foi preparado, mas nunca foi proferido pelo Presidente Nixon – até agora”, num vídeo de sete minutos a demonstrar como os “deepfakes” estão cada vez mais convincentes.

Em Event of Moon Disaster ilustra as possibilidades das tecnologias deepfake ao reimaginar esse evento seminal. E se a missão Apollo 11 tivesse dado errado e os astronautas não pudessem voltar para casa? Um discurso de contingência para esta possibilidade foi preparado, mas nunca proferido pelo Presidente Nixon – até agora.

“Esta história alternativa mostra como as novas tecnologias podem ofuscar a verdade ao nosso redor, incentivando o público a pensar cuidadosamente sobre os media que encontram diariamente”, alerta Francesca Panetta, diretora criativa e uma das autoras do projecto.

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