Recomendações para diminuir as fraudes nas redes sociais

Os utilizadores das redes sociais como o Facebook “têm uma consciência limitada sobre o risco das fraudes” nessas plataformas e presumem erradamente que podem detectar conteúdo fraudulento enquanto esperam igualmente que o Facebook tenha sistemas para os proteger”.

É um erro, como descobriu a Which?, explicado no recente inquérito “Connecting the world to fraudsters?“.

Segundo esta associação britânica de defesa do consumidor, pela ignorância dos utilizadores para se protegerem de esquemas fraudulentos nas plataformas sociais, “o Facebook e outras empresas de media social devem fazer mais”.

Apesar dos utilizadores estarem preocupados com esta situação, ela não está presente na sua mente quando usam essas redes, acreditando que elas podem “prevenir, identificar e remover conteúdo que permite golpes e quais os processos que realmente existem”, gerando uma maior desprotecção pelos utilizadores, que assumem igualmente desconhecer as ferramentas para reportarem os casos de fraude em plataformas como o Facebook.

Neste cenário, a associação defende que sejam as redes sociais a assumir uma maior responsabilidade de proteger os utilizadores.

Em paralelo com as recomendações às plataformas, a Which? incentiva o governo para definir uma legislação que responsabilize legalmente as plataformas sociais com o intuito de impedir a disseminação de conteúdo fraudulento.

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