Roger Fidler interessou-se pelos ecrãs transportáveis e pelo seu uso para os media na década de 80.

Depois, afirma ele nesta entrevista, “no início dos anos 90, vi os tablets como uma consequência lógica da revolução das publicações digitais, que as empresas jornalísticas haviam ajudado a lançar e a liderar no último terço do século 20, que revitalizariam o jornalismo impresso. Na minha opinião, tablets e impressão em ecrãs móveis foram a melhor substituição da era digital para os últimos vestígios da publicação na era industrial – impressoras e veículos de entrega. As tecnologias subjacentes necessárias para produzir tablets como as imaginava a preços acessíveis, no entanto, não estavam disponíveis até bem depois de 2000. Quando a Apple lançou o iPad, poucos jornais tinham meios para procurar conceitos inovadores de jornais para tablets”.