A NASA gastou cerca de 20 mil milhões de dólares por ano nas cinco décadas em que iniciou o programa espacial. O resultado total foi de apenas 565 pessoas foram ao espaço apesar de se manter o interesse em ser astronauta, segundo 12 mil declarações recebidas recentemente pela NASA. Mas continua por responder uma questão fundamental: há outros planetas onde o ser humano possa viver?

A questão foi colocada (e respondida) em “Planets for Man“, um trabalho de 1964 do investigador Stephen H. Dole e do escritor de ficção científica Isaac Asimov. Escrito antes de o homem chegar à Lua, o livro propunha determinar se o ser humano conseguiria sobreviver noutros mundos.

Ele baseava-se no anterior “Habitable Planets for Man” de Dole (mas também publicado nesse ano de 1964), onde se “examinava e estimava as probabilidades de encontrar planetas habitáveis para os seres humanos”.

Ultrapassado esse patamar e acreditando-se que um dia o ser humano irá para outros planetas – até pela lógica de adaptar os humanos ao ambiente e não o contrário -, o que a agência especial norte-americana tem desenvolvido em protótipo são fatos espaciais que garantam a mobilidade, visibilidade e um maior controlo ao astronauta.

Um exemplo disso data de 2015 e é explicado neste vídeo: