As mulheres podem não ser muito afectadas pela automação mas actualmente elas representam apenas 16% dos assalariados e 8% dos empresários nos sectores tecnológicos.
No 31º aniversário da Web, Tim Berners-Lee concede que muito se avançou na igualdade de género mas que 2020 deve ser um ano de maior mudança, mais ambicioso e de espírito colaborativo para estabelecer uma “Web para todos”.
O online afecta mulheres e raparigas – “especialmente aquelas de cor, das comunidades LGBTQ+ e outros grupos marginalizados” – e assim ameaça o progresso.

Berners-Lee alerta para três áreas-chave “preocupantes”: a maioria das mulheres não está ligada à Internet, não é suficientemente segura para as que estão online e, em terceiro, subsistem formas de discriminação online escondidas, como com os sistemas de inteligência artificial que “julgam as nossas capacidades e definem as nossas oportunidades”.
A posição deste responsável surge um ano após ter lançado o Contract for the Web.
