O alerta é do inglês Centre for Data Ethics and Innovation (CDEI), que analisou esta questão e revela que existe um “forte apoio público para uma maior regulação das plataformas online“.

O CDEI publicou vários documentos sobre segmentação online a suportar estas medidas, que envolvem:

  • uma “nova regulamentação sistémica dos sistemas de segmentação online que promovem e recomendam conteúdo como ‘posts’, vídeos e anúncios”;
  • o “poder para exigir que as plataformas permitam a investigadores independentes o acesso seguro aos seus dados para construir uma base de provas sobre questões de interesse público – desde as possíveis ligações entre o uso de media social e a saúde mental em declínio, até ao seu papel no incentivo à disseminação de informações erradas”;
  • as plataformas devem albergar “arquivos online acessíveis ao público para anúncios de ‘elevado risco’, incluindo política, ‘oportunidades’ (por exemplo, de emprego, de imobiliário, de crédito) e produtos com restrição de idade”; e, por fim,
  • “passos a incentivar a reforma global a longo prazo da segmentação online para dar aos utilizadores um maior controlo sobre como as suas experiências online são personalizadas”.
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