Um estudo revelado em 2019 assumia que o uso de centros de dados e a transmissão em streaming de vídeo era bastante poluente.

Recentemente, um analista da Agência Internacional de Energia (IEA), George Kamiya, veio desmentir essa análise.

Segundo ele, “os impactos climáticos do streaming de vídeo mantêm-se relativamente modestos, particularmente comparados com outras actividades e sectores“.

Com dados da própria IEA e outras fontes, o autor considera que o referido estudo “exagera o actual impacto climático em 30 a 60 vezes” e que um tal cenário não se verifica pelas rápidas melhorias na eficiência energética de data centers, redes e dispositivos”.