Redes sociais fechadas a pobres

A exclusividade paga-se e essa máxima está a generalizar-se nas redes sociais. Isso já ocorre com a segmentação em redes sociais pagas, como a MeWe que cobra um valor pelo uso assegurando a privacidade dos seus membros, afastando-os da publicidade ou de spyware.

Mais exclusiva, a Rolls-Royce apostou na criação de uma “curadoria de luxo” na sua Whispers, uma “extensão digital da marca“, um entreposto onde o “excepcional e o extraordinário” se juntam, que demorou dois anos a desenvolver e a testar com clientes distribuídos por diversos países, do Reino Unido aos EUA, de nações europeias ao Médio Oriente.

A plataforma – ou “clube” – exclusiva é uma entrada de acesso a “produtos, serviços e ideias mais raras do mundo”. Só está disponível para quem tiver um destes veículos desde 2003, clientes que “são cidadãos globais, conhecedores, patronos das artes, filantropos, coleccionadores de itens requintados; indivíduos livres de restrições comuns, como tempo e dinheiro”.

A oferta vai de acesso aos bastidores dos prémios Grammys a lugares na Fashion Week, Academy Awards, Art Basel, encontros com personalidades do Coachella, jogadores em Wimbledon ou atletas nos Jogos Olímpicos.

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