Priberam em ranking dominado por media

A Priberam, responsável pelo corrector FLiP, entrou em Janeiro passado para o netAudience, uma lista com o tráfego de 51 sites auditados pela Marktest.

Apesar de ocupar a última posição nos 20 primeiros lugares (todos relacionados com títulos da comunicação social), a empresa ocupa a 18º posição no segmento feminino, à frente do Dinheiro Vivo ou da Deco Proteste.

A Priberam ocupa a última posição no que se refere ao total de audiência com mais de 766 mil utilizadores de smartphones ou nos 56 mil de tablets. No total, consegue 1,1 milhões de indíviduos enquanto o líder Correio da Manhã chega a mais de 3,3 milhões de indivíduos.

Relativamente à sua presença nos PCs, a Priberam atinge à nona posição com mais de 598 mil utilizadores. Fica atrás do Correio da Manhã, Jornal de Notícias, TVI, Notícias ao Minuto, Público, Expresso, SIC e Jornal de Negócios mas à frente de títulos como Diário de Notícias, RTP ou O Jogo.

A empresa foi criada a 25 de Setembro de 1989 e lançou dois anos depois a base de dados jurídica LegiX. Só em 1995 lançou a primeira versão do corrector ortográfico e sintático FLiP (acrónimo de Ferramentas para a Língua Portuguesa).

Nesse ano, o programa tinha apenas três módulos (corrector ortográfico, dicionário de sinónimos e hifenizador) e focava-se na correção ortográfica do português europeu. No ano seguinte, colocou online um dicionário de língua portuguesa.

Em 2000, integrou correctores para outras línguas para, cinco anos depois, contar com mais de 60 módulos. Ficou então disponível para compra através de download.

No ano passado, iniciou um projecto financiado pela Comissão Europeia com tecnologia de inteligência artificial (IA) para monitorização tecnológica e apoio à tomada de decisões estratégicas, que pode ser usada em indústrias como a automóvel, aeronáutica, farmacêutica ou media.

Aprovado em Dezembro, o NeoSight deve estar terminado em Abril próximo. Ele integra “uma nova geração de ferramentas de monitorização de média baseadas em IA”, refere a empresa em comunicado. A plataforma surge na sequência do Insight, projecto financiado pelo programa Portugal 2020 e apoiado pela Agência Nacional de Inovação.

A empresa obteve também financiamento da Google, no âmbito da Digital News Initiative, para o projecto AudioQ com a Cofina Media. Este “visa construir um conjunto de produtos jornalísticos no espaço dos serviços de voz, trazendo uma experiência de notícias e de conversação em tempo real aos consumidores, em particular através da criação de uma série de podcasts com Narrated News disponibilizando um briefing áudio diário de notícias de manhã e à noite, e aplicações Q&A personalizadas e baseadas em voz para conteúdo de notícias em português”.

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