Os perigos do telemóvel, do pescoço jovem ao BYOD laboral

20 anos de dados mostram como os jovens que usam o telemóvel sofrem mais acidentes que os leva ao hospital.

As lesões na cabeça ou no pescoço ocorrem principalmente com jovens entre os 13 e os 29 anos e estão associados ao “twalking” ou envio de mensagens enquanto caminham.

Mas a população trabalhadora que usa telemóvel sofre de outro tipo de influência e que passa pelas empresas poderem vigiar o seu uso do dispositivo.

Segundo Kenan Degirmenci, da QUT University, esta política de levar o dispositivo móvel entre casa e o trabalho (conhecido por BYOD ou “Bring Your Own Device “) está a criar problemas tanto para funcionários como para empregadores.

A violação de dados empresariais com o potencial de roubo de informação pessoal ocorre num ambiente em que nenhuma das partes sabe o que a outra faz em termos de cibersegurança.

Degirmenci investigou duas multinacionais com cerca de 550 funcionários dos EUA, Alemanha e Coreia do Sul que adoptaram a política de BYOD. “Os funcionários americanos colocam um maior ênfase nos riscos de BYOD comparados com a Alemanha e a Coreia do Sul”, explicou.

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