Imprimir em 3D um coelho em plástico não parece ser um grande triunfo da ciência mas essa percepção altera-se quando se sabe que o coelho contém ADN único que serve como unidade de armazenamento de dados e até pode esconder informação usando uma técnica criptográfica conhecida por esteganografria.

O novo método desenvolvido pelo grupo de investigadores do ETH Zurich permite guardar dados em botões de roupa, garrafas de água ou lentes de óculos e recuperá-los mais tarde, afirmam.

O armazenamento pode durar várias gerações e os autores chamam à técnica ADN das Coisas (ou “DNA of Things“).

O coelho impresso armazena 100 Kb de dados que servem como a sua “impressão digital” única. Desta forma, os investigadores conseguiram voltar a imprimi-lo com as mesmas características cinco vezes – ou “gerações”, para usar um termo mais biológico.