As chamadas “cidades inteligentes” (ou “smart cities”) podem ser agrupadas em quatro diferentes categorias. Esta modelação permite aos urbanistas “identificar e imitar modelos que estão próximos das suas circunstâncias sócio-económicas e aspirações políticas“.

“As cidades inteligentes são aquelas que usam novas tecnologias de informação e de comunicação para resolver problemas prementes – como a habitação, os transportes e a energia – no planeamento e governação urbana”. Mas o termo “continua a ser mais uma ‘buzzword’ do que um programa de acção claramente articulado”, refere Krishna Jayakar, um dos autores do estudo “Identifying smart city archetypes from the bottom up: A content analysis of municipal plans“.

Tendo como ponto de partida a análise a 723 projectos em 60 planos de “smart cities”, procuraram definir uma base para estudo e implementação das componentes desse tipo de espaço municipal.

Os resultados foi a sua divisão em quatro modelos: o grupo dos serviços essenciais, um outro do transporte inteligente, um terceiro com um espectro mais alargado (no âmbito dos serviços urbanos) e um quarto para o ecossistema da actividade empresarial.