A tecnologia de “blockchain” pode ser analisada de uma forma mais “pragmática” sobre o seu potencial de utilização noutras áreas que não seja apenas na gestão de criptomoedas, como o Bitcoin.

A Microsoft procura usá-la na “gestão descentralizada de identidades“, enquanto outros querem fazê-la evoluir para novas áreas, como os “smart contracts“.

Em “Blockchain: Data Malls, Coin Economies and Keyless Payments“, investigadores demonstram como pode mesmo ser usada em eleições.

O “desejo” de o fazer parece “natural considerando a sua natureza de resistência à fraude”, escrevem – tanto mais quanto as eleições online estão sujeitas a diferentes potenciais ataques, incluindo negação distribuída de serviço (DDoS).

No entanto, a aproximação imediata não é feita para eleições políticas mas sim empresariais, balançando os poderes efectivos entre pequenos e grandes accionistas.

Algo já está a ser feito nesse sentido e os autores consideram ser uma “aplicação interessante” da tecnologia mas falta saber se terá futuro.