O Facebook foi lançado em Fevereiro de 2004 e, desde então, cresceu para mais de dois mil milhões de utilizadores a nível mundial. Mas existem várias tendências que mostram como a rede social pode estar a perder a sua predominância, apesar dos “utilizadores profissionais” a continuarem a usar para serem “populares“.

Por dia, a rede social teve menos 50 milhões de horas de uso no ano passado.

Portugal é um exemplo: desde os 13,4% de utilizadores que acediam à rede social em 2008, chegou-se aos 96,4% em 2014, “tendo a partir de então mostrado uma tendência de abrandamento para os 93,1% observados ao longo do ano 2017”, a mesma percentagem conseguida em 2011.

Da perda de confiança nas empresas tecnológicas aos que contabilizam quanto se perde de tempo nas redes sociais e poderia ser usado para ler 200 livros, o Facebook tem sido acusado de explorar a “vulnerabilidade humana“, fragilizando a democracia enquanto esconde crimes de guerra e facilita a propagação de “fake news” (mesmo com os alertas para a remoção de conteúdos extremistas), permite o acesso a dados pessoais – até pelas fotografias – dos seus utilizadores (e “amigos“), no objectivo de conhecer o detalhe sócio-económico de quem usa a rede social, as potenciais doenças derivadas do estilo de vida, os perfis raciais e podendo ir até à previsão de emoções ou a dinamizar o futuro de pequenas empresas.

E qual é o maior sentimento de insegurança dos utilizadores do Facebook? A sua data de nascimento

Do lado dos analistas, a frustração com o Facebook pode ser “devastadora” mas o futuro é incerto. Uma certeza: os milionários do Facebook na Europa não apostam no continente e isso pode levar países a afastarem os seus investimentos.