As zonas urbanas com serviços de veículos partilhados como o Uber tendem a usar menos ambulâncias e, assim, a aumentar a rapidez no acesso aos hospitais.

Apesar de empresas de partilha de serviços terem problemas na privacidade dos seus utentes e, no caso da Uber, contratar hackers para apagar dados e ser enganada pelos seus contratados, incluindo o uso de falsos GPS, a empresa parece ter encontrado um nicho onde pode ser elogiada: a entrada do serviço diminui em pelo menos 7% o uso de ambulâncias nas cidades norte-americanas (onde chamar um destes veículos “pode custar centenas ou milhares de dólares” para quem não tem seguro de saúde).

Para os responsáveis do estudo, a entrada da Uber nas cidades permite diminuir o tempo de espera para quem quer usar uma ambulância, acelera os cuidados de saúde e diminui custos para pacientes e empresas seguradoras.