O impacto dos sistemas de tecnologias de informação e do negócio nas cidades do futuro terão impacto nas agências de gestão da governação regional e local, bem como na segurança das mesmas.

Em “Top 10 Worldwide Smart Cities Predictions“, a consultora IDC aponta 10 previsões para os próximos três anos que podem ter algum impacto nessa gestão futura (nalguns casos sendo muito focadas nos EUA). São elas:

1: Em 2018, um fornecedor de serviços de telecomunicações desenvolverá uma estratégia colaborativa para fazer crescer a cobertura de serviços de banda larga em comunidades onde se aliar.

2: Em 2018, 30% das grandes cidades vão ter uma estratégia para uma plataforma de Internet das Coisas (IoT), conjugando dados de diferentes fornecedores para desenvolver novas soluções e obter uma visão unificada da cidade.

3: Em 2019, 25% das médias ou grandes cidades vão obter retorno da transformação digital no parqueamento, publicidade e oferta de serviços “premium”.

4: Em 2019, um terço das cidades vão regular as empresas de oferta de transporte, potenciando a segurança e diminuindo a congestão do tráfego.

5: Em 2019, iniciativas de blockchain devem reduzir custos operacionais e de processamento, aumentando a segurança e a privacidade.

6: Em 2019, mais de metade dos projectos de “smart cities” serão financiados por parcerias público-privadas (PPP), ONGs ou acordos entre as cidades e os vendedores de tecnologia.

7: Em 2020, haverá projectos de interacção pessoal entre indivíduos e objectos – como com semáforos ou estruturas turísticas -, potenciando “novas experiências, informação e serviços”.

8: Em 2020, algumas cidades vão desenvolver soluções de optimização de tráfego e redução de acidentes.

9: Em 2020, 15% dos serviços de gestão de emergência em grandes cidades vão usar sistemas de realidade aumentada e virtual.

10: Em 2020, e perante a digitalização dos serviços e generalização das “smart cities”, 70% dos governos nacionais vão criar normas comuns de cibersegurança.