A Apple revelou há dias como pretende melhorar a experiência com os seus dispositivos pelos utilizadores, sem prejudicar a privacidade pessoal.

Em “Learning with Privacy at Scale“, que remete para uma versão mais completa, a empresa afirma que “entender como as pessoas usam os seus dispositivos ajuda muitas vezes a melhorar a experiência do utilizador. No entanto, aceder aos dados que fornecem essas informações – por exemplo, o que os utilizadores escrevem nos teclados e os sites Web que visitam – pode comprometer a privacidade do utilizador”.

Assim, a Apple desenvolveu vários algoritmos que permitem usar essas informações mas, ao mesmo tempo, tornar anónimos os dados pessoais, incluindo a escolha de emojis, o acesso a servidores ou a largura de banda pelos equipamentos.

O sistema permite analisar milhões de utilizadores em diferentes casos e, segundo a empresa, é um dos primeiros trabalhos “a demonstrar o desenvolvimento bem sucedido da privacidade diferencial local numa configuração no mundo real através de múltiplos casos de uso”.

Desta forma, a Apple conseguiu identificar sites com elevado consumo energético e de memória, e efectuou melhorias para optimizar a experiência do utilizador, tendo iniciado a introdução desta “privacidade diferencial” no macOS Sierra e no iOS 10.