Uma equipa do Jet Propulsion Laboratory (NASA) desafiou um piloto profissional de drones para competir com um modelo gerido por inteligência artificial (IA).

A corrida, que decorreu em Outubro passado, pretendia analisar o trabalho sobre a navegação a elevada velocidade, em competição com o piloto profissional Ken Loo.

A equipa obteve resultados consistentes mas diferenciados sobre as atitudes do drone autónomo (mais veloz) e do piloto humano (mais cansado), referiu Rob Reid, gestor do projecto no JPL.

Mas a interacção corporal entre humanos e drones pode igualmente melhorar. Numa simulação “natural e imersiva incorporada” (“embodied”), os utilizadores podem voar drones com o seu corpo, como se explica em “Embodied Flight with a Drone“.

Desenvolvimentos sob atenção
A área dos drones, nomeadamente no seu uso pessoal, tem estado sob atenção das autoridades por poderem aceder a locais sensíveis, desde centrais nucleares a zonas comerciais.

Por isso surgem propostas para vigilância, controlo e mesmo abate dos drones de pilotos amadores, no caso de violações de segurança.

Em alternativa, podem ser conduzidos para zonas de aterragem segura (se não existir qualquer ameaça imediata pela existência, por exemplo, de transporte de explosivos).

Se estes desenvolvimentos podem ser vistos como um perigo, os drones têm outras funções como servir de rede de transmissões para utilizadores em mobilidade, com as chamadas DroneCells.

A Comissão Europeia já explicitou que só vai ter uma actuação regulatória sobre o assunto em 2019.