A dificuldade em atribuir a legitimidade de obras de artes é real. Em “Picasso, Matisse, or a Fake? Automated Analysis of Drawings at the Stroke Level for Attribution and Authentication“, investigadores mostram como a necessidade de validar a autenticidade de uma obra de arte é essencial para os analistas.

No trabalho que será apresentado em Fevereiro de 2018, numa conferência da AAAI sobre inteligência artificial, demonstra-se a análise a 297 desenhos de pintores para “testar, optimizar, validar” várias metodologias de classificação, usando obras de Picasso (130), Matisse (77), Schiele (36), Modigliani (18) e outros artistas (36), desenhados entre 1910 e 1950.

A análise por inteligência artificial visa atribuir a autenticidade às obras, através de certas características pessoais, e descartar as falsificações. Os resultados têm um elevado nível de detecção das falsificações e conseguem “capturar as características imutáveis dos artistas que são difíceis de imitar”.