A fabricante Yamaha revelou novidades sobre a sua mota conduzida por um robô, a MotoBot, colocando-a em confronto com o piloto profissional Valentino Rossi, que ganhou à concorrência robótica.

Esta competição decorre desde 2015 mas o que mostra é a possibilidade de ter veículos autónomos cada vez mais precisos (e mais velozes) nas estradas – incluindo motociclos.

Este é um dos “desafios mais difíceis da engenharia com que qualquer sistema de inteligência artificial” tem que lidar, dada a pequena margem de erro quando estão envolvidos seres humanos e a quantidade de tarefas com que tem de lidar. Por isso, há quem esteja a analisar a taxa de sucesso ao passar a condução deste tipo de veículos para o condutor humano.

Em paralelo, a ideia de que os veículos autónomos podem permitir uma gestão de tráfego eficiente, melhor do que a assegurada pela condução humana, não está garantida ou necessita de mais investigação, até por questões quase ignoradas como a adesão ao piso destes veículos.

Algumas destas questões são analisadas em simulações de computador mas as autoridades nos EUA revelaram recentemente “A Vision for Safety” relativamente a este tipo de veículos.

Os objectivos passam por ter novas ideias e intervenientes a desenvolver veículos mais seguros, acompanhar em termos regulatórios e apoiar a inovação e ter uma comunicação aberta com o público e os envolvidos nesta indústria.