Os “campos desportivos estão a tornar-se os ambientes mais avançados para os smartphones”, com aplicações que dão ao espectador um maior controlo e maior conveniência, escreve Paul Boutin.

O objectivo destes locais é agora combater o conforto do sofá e a cerveja barata em casa.

Para as empresas tecnológicas, há que gerir o tráfego de dados quando mais de 200 “selfies” são tiradas por segundo. E como os estádios se tornaram não apenas um local desportivo mas também cultural – com concertos musicais, por exemplo -, a gestão desta infra-estrutura coloca desafios tecnológicos mas também administrativos.

E quanto ao futuro? Realidade aumentada para acrescentar informação ao que se passa nos estádios, dentro e fora de campo.