Ao reduzir o consumo de energia nos edifícios habitacionais, diminui-se igualmente o “desperdício de energia e os seus custos associados”. Mas existe um enorme problema de que “o conforto das pessoas não deve ser alterado”.

Em “Modeling User Behavior through Electricity Consumption Patterns“, os investigadores Jorge Martinez-Gil, Bernhard Freudenthaler e Thomas Natschlaeger, do Software Competence Center Hagenberg na Áustria, defendem ser possível definir um modelo comportamental pelos padrões de consumo energético nos lares e assim propor recomendações para uma poupança de custos, nomeadamente através dos chamados “contadores inteligentes” (“smart meters”).

“Pode ser uma boa ideia pensar nos requisitos necessários para ter em conta a vida diária das pessoas ao simular o ambiente em que vivem”, defendem.