Em 2022, muitas das pessoas que vão ler notícias irão ter acesso a mais informação falsa do que fiável. Para as empresas, isto será um enorme problema que ainda não anteciparam, no sentido de evitarem estar ligadas a conteúdos que as podem prejudicar.

Antes, em 2020, a criação de conteúdos de “realidade falsificada” através da inteligência artificial (IA) vai conseguir ultrapassar a capacidade da mesma IA os detectar.

Esta “realidade falsificada” em imagens, documentos ou sons convincentes vai acelerar a “desconfiança digital”, antecipa a consultora Gartner na sua lista anual de previsões.