As impressoras 3D podem ter um impacto até 40% de diminuição do comércio internacional em 2040 e até 23% em 2060, segundo o estudo “3D printing: a threat to global trade” preparado para o banco ING.

Quando as impressoras 3D mais rápidas entrarem no mercado vão ter impacto na força laboral e os principais sectores afectados serão o automóvel, manufactura industrial ou produtos de consumo.

O investimento na impressão 3D nos últimos cinco anos foi três vezes superior ao efectuado na maquinaria tradicional.